Curso de Fotografia com Joka Madruga

Joka Madruga Fotografia
Repórter fotográfico

Categoria | Mestres da Fotografia

Projeto Gênesis.

Gênesis é um projecto fotográfico de longo prazo, em linha com os principais trabalhos realizados anteriormente por Sebastião Salgado.Por exemplo, a série de reportagens apresentada em Trabalhadores ou a série sobre o tema dos movimentos populacionais ao redor do mundo, que apareceu em Êxodos. Este novo projeto é sobre o nosso planeta terra, a natureza e sua beleza e o que resta dela hoje, apesar da destruição causada pela atividade humana. Genesis é uma tentativa de retratar a beleza e a magnitude de regiões que ainda estão preservadas, áreas onde as paisagens e animais selvagens ainda estão intocadas, lugares onde as comunidades humanas continuam a viver de acordo com a sua cultura e tradições antigas.

Gênesis é sobre a compreensão da necessidade da proteção de tudo isso e, finalmente, é sobre inspirar ação para esta preservação. Como outros trabalhos de Sebastião Salgado, Gênesis têm sido, e continuam a ser publicado, de , entre outros, Paris Match da França, Rolling Stone nos EUA, no espanhol La Vanguardia , na Visão de Portugal, The Guardian na Inglaterre e da Itália La Repubblica.

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Projeto África.

Este livro reúne as fotos do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado tiradas na África. O volume está dividido em três partes. A primeira no sul do continente –Moçambique, Malawi, Zimbábue, África do Sul e Namíbia, a segunda na região dos Grandes Lagos –Congo, Ruanda, Burundi, Uganda, Tanzânia e Quênia, e a terceira na região Subsaariana –Burkina Faso, Mali, Sudão, Somália, Chad, Mauritânia, Senegal e Etiópia.

O prefácio foi escrito pelo romancista moçambicano Mia Couto, no qual descreve como a África de hoje é vítima de sua injusta colonização e das consequências mundiais das crises econômicas, sociais e ambientais.

Sebastião é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Adepto da tradição da “fotografia engajada”, Salgado recebeu praticamente todos os principais prêmios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho ímpar.

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Projeto Sahel, l’homme en détresse.

Em 1984 e 1985, esta parte da África passou por uma seca de magnitude catastrófica, nunca vista antes. Guerra em várias regiões, no Chade, na Etiópia, e, por causa da seca ou usar este fenômeno natural, a guerra ampliou o êxodo e empurrou as populações para fora das aldeias em que eles poderiam ter esperado para sobreviver.

Sebastião Salgado ficou vários meses lá para fotografar a catástrofe no Mali, Chade, Etiópia, Sudão e Eritréia. Ele trabalhou principalmente com as equipes de Médicos Sem Fronteiras franceses. As imagens foram vistas em todo o mundo, publicada pela imprensa internacional.

O parte do lucro do livro Sahel, l’homme en détresse, publicado pela Prisma Press, em 1986, foi repassada para o MSF na França. Em 1988, outro livro, Sahel-El fin del camino, foi publicado pela Comunidad de Madrid, e vendido em benefício da MSF espanhol. Outro livro foi publicado em 2004 pela University of California Press, nos EUA, Sahel, The End of the Road.

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Projeto Êxodos.

O Projeto Êxodos foi realizado ao longo de seis anos, em viagens por quarenta países. É o próprio Sebastião Salgado quem escreve: “Este livro [Êxodos] conta a história da humanidade em trânsito. É uma história perturbadora, pois poucas pessoas abandonam a terra natal por vontade própria. Em geral, elas se tornam migrantes, refugiadas ou exiladas constrangidas por forças que não têm como controlar, fugindo da pobreza, da repressão ou das guerras. [...] Viajam sozinhas, com as famílias ou em grupos. Algumas sabem para onde estão indo, confiantes de que as espera uma vida melhor. Outras estão simplesmente em fuga, aliviadas por estarem vivas. Muitas não conseguirão chegar a lugar nenhum”.

Em suas viagens para acompanhar a “humanidade em trânsito”, Sebastião Salgado sempre encontrou bandos de crianças, todas elas “loucas para serem fotografadas”. Ele escreve na introdução: “Em toda situação de crise [...] as crianças são as maiores vítimas. Mais fracas fisicamente, são sempre as primeiras a sucumbir à fome ou à doença. Emocionalmente vulneráveis, não têm condições de compreender por que estão sendo expulsas de suas casas [...] Isentas de responsabilidade pelos próprios destinos são, por definição, inocentes”. Retratos de crianças do êxodo é, na verdade, o registro fotográfico de uma pergunta: “Como é possível uma criança sorridente representar o infortúnio mais profundo?”.

Como os livros anteriores de Sebastião Salgado editados pela Companhia das Letras, estes também foram impressos na Suíça.

Fonte: Companhia das Letras

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Homem disputa com policial na Serra Pelada, no Pará. Foto: Sebastião Salgado

Em Trabalhadores, Sebastião Salgado investe mais uma vez a sua perícia técnica num projeto de fôlego que registra com olhar solidário o trabalho de homens e mulheres cujo ânimo se sobrepõe às condições mais duras.

Reunindo 350 fotografias em preto-e-branco, acompanhadas de um texto introdutório elaborado em parceria com o escritor Eric Nepomuceno, o livro retrata diversas atividades que são sinônimo de trabalho penoso: o drama da tradicional pesca do atum na Sicília, a obstinação de garimpeiros e trabalhadores rurais no Brasil, a paisagem dantesca de uma mina de enxofre na Indonésia, famílias indianas envolvidas na construção de barragens para irrigação, combatentes de incêndios colossais em poços de petróleo no Kwait, resultando na narrativa iconográfica de uma verdadeira epopéia global.

Indo além da mera captação de imagens, Salgado confere dignidade ao dia-a-dia das pessoas presas ao círculo estreito da necessidade, de uma perspectiva arqueológica que é completada pelos textos acrescentados às fotos, com informações históricas e factuais.

O próprio Sebastião Salgado define a sua prática como “fotografia militante” feita para “compreender melhor os homens”, o que se confirma neste livro, homenagem ao trabalho realizado com a força do corpo em imagens de beleza e veracidade eloqüentes.

Fonte: Cia das Letras.

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Projeto Terra.

Foto: Sebastião Salgado

Se existe alguém que merece o título de Cidadão do Mundo, essa pessoa é o fotógrafo Sebastião Salgado. Cidadão porque seu talento tem a marca da generosidade, da luta incansável por uma melhor compreensão do homem; do Mundo porque sua lente solidária ignora preconceitos e fronteiras.

“Fotografia militante”: essa definição do próprio Salgado sobre seu trabalho – simples, precisa – está em Terra, assim como estava em Trabalhadores, também lançado pela Companhia das Letras. Em ambos, um profundo senso ético alimenta uma estética requintada. Mas enquanto naquele retratava-se o trabalho braçal em mais de vinte países, as cem fotos deste, todas em preto e branco, foram feitas no Brasil, entre 1980 e 1996.

São imagens de pessoas de algum modo desterradas: trabalhadores rurais, mendigos urbanos, presos, garimpeiros, crianças de rua – gente vagando entre o sonho e o desespero, como escreve José Saramago no prefácio. Nessas fotos, a luminosidade bicromática reflete paisagens humanas onde pode faltar tudo, a começar pelo espaço mínimo para assentar a vida. Um CD com quatro canções de Chico Buarque (uma delas em parceria com Milton Nascimento) acompanha o livro, que teve lançamento simultâneo em quatro países: Brasil, França, Inglaterra e Portugal.

Prêmio Jabuti 1998 de Melhor Reportagem.

Fonte: Cia das Letras.

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Projeto Outras Américas.

Brasil. 1981.

Outras Américas, que registra os povos da América Latina, é o resultado de um trabalho que foi iniciado em 1977 e exigiu sete anos para ser concluído. Para realizá-lo, Sebastião Salgado percorreu desde o litoral do Nordeste brasileiro às montanhas do Chile e daí à Bolívia, ao Peru, ao Equador, à Guatemala, ao México. Na Introdução, o jornalista Alan Riding descreve o que aparece nas fotografias do livro: “Muito simplesmente, é o mundo dos destituídos, daqueles que os desertos e serras desoladas da América Latina observam enquanto seus países mudam, deixando-os de lado”. É um mundo “que se mantém unido pelo nascimento, pela família e pela morte, e ainda pelo mito, pela fé e pelo fatalismo”.

Com sua estética que se põe a serviço da militância ética, Sebastião Salgado cria uma narrativa visual que muitas vezes obriga o leitor a constatar: é indiscutível a beleza das fotos, mas é terrível o mundo que elas retratam.

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Sebastião Salgado nasceu no dia 8 de fevereiro de 1944 em Aimorés, Minas Gerais, Brasil. Vive em Paris. Economista de formação, começa sua carreira de fotógrafo em Paris em 1973. Trabalha sucessivamente com as agências Sygma, Gamma e Magnum Photos até 1994 quando, junto com Lélia Wanick Salgado fundam a agência de imprensa fotográfica, Amazonas images, exclusivamente devotada à seu trabalho.

Viaja em mais de 100 países para projetos fotográficos que, além de inúmeras publicações na imprensa, foram apresentados em forma de livros, tais como : Outras Américas (1986), Sahel, l’Homme en détresse (1986), Trabalhadores (1993), Terra (1997), Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo (2000) e Africa (2007). Exposições itinerantes destes trabalhos foram e continuam a serem apresentadas internacionalmente.

Sebastião Salgado recebeu inúmeros prêmios, é Embaixador de Boa-Vontade para UNICEF e é membro honorário da Academy of Arts and Science dos Estados Unidos. Em 2004, Sebastião começa um novo projeto, Gênesis, série de fotografias de paisagens, da fauna, da flora e de comunidades humanas vivendo exclusivamente dentro de suas tradições e culturas ancestrais. Este trabalho é concebido como uma pesquisa sobre a natureza ainda em seu estado original.

Juntos, Sebastião e Lélia trabalham desde os anos 90 na recuperação do meio-ambiente de uma pequena parte da Mata Atlântica. Eles devolveram à natureza uma parcela de terra que possuiam e em 1998 esta terra foi transformada numa Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN. Neste mesmo ano, criaram o Instituto Terra que tem como missão a restauração da floresta, pesquisa e monitoramento, educação ambiental e desenvolvimento sustentável.

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